ENTRE TRILHAS E TRILHOS
   DIA DO AMIGO!

Amigo Verdadeiro

 

Hei de estar aqui
Se a saudade lhe doer
Ou a sorte lhe faltar

 

Eu hei de estar

Hei de estar aqui
Te rever com alegria
E emoção

 

Eu hei de estar

 

E sempre haverá
Em minha vida um lugar
Pra você gente de casa
Amigo do coração

 

Hei de estar aqui
Na alegria e na tristeza
Tanto faz

 

Eu hei de estar

 

Hei de estar aqui
Só pra ver a tua estréia
Iluminar o céu

 

Eu hei de estar

Você vai conseguir
Logo chega lá
E assim amigo velho

 

A vida continua

 

Vai dar pé, boa sorte companheiro
É dificil encontrar
Um amigo verdadeiro
Muita luz muita paz no teu caminho
Mesmo longe estou contigo
Não te deixarei sozinho

 

Tim Maia

Composição: Antonio Marcos / Lincoln Olivetti

 



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 09h25
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Soneto do amigo

Los Angeles

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Vinicius de Moraes

Fonte: http://www.viniciusdemoraes.com.br



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 09h20
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   BIBLIOTECA

 

 

 

 

 

 

 

BIBLIOTECA ESTAÇÃO BRÁS


A Biblioteca “Embarque na Leitura”, da Estação Brás, faz sucesso entre os cerca de 3 mil usuários da CPTM cadastrados até Novembro de 2010. O acervo conta com mais de 2.500 títulos dos mais diversos gêneros, desde literatura brasileira, auto-ajuda e infanto-juvenil, até filosofia, religião e lingüística.

Embarque na Leitura


Inaugurada em 2 de junho de 2009, a biblioteca é resultado de parceria da CPTM com o Instituto Brasil Leitor (IBL) e a Fosfértil. Trata-se da primeira unidade instalada em estação ferroviária no Brasil.

O projeto Embarque na Leitura funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 20h. Para se cadastrar, o interessado deve apresentar documento de identidade e CPF (original e cópia), comprovante de residência recente (original e cópia) e uma foto 3x4. Menor de 18 anos deve estar acompanhado de um dos pais ou responsável. Cada leitor receberá uma carteirinha de identificação com foto e código de barras.

FONTE E CRÉDITO DE IMAGEM: http://www.cptm.sp.gov.br/



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 09h13
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O silêncio antipedagógico na biblioteca pública brasileira

     Silêncio: essa parece ser a palavra que melhor retrata a situação caótica de grande parte das bibliotecas públicas brasileiras nos dias atuais. Caótica no sentido de um silenciamento quase sepulcral demonstrado por parte de autoridades governamentais, bibliotecários, pesquisadores, professores, alunos e demais leitores-usuários; dadas as condições praticamente surreais de zelo, atenção, cuidado, organização do acervo e utilização desse espaço cultural.

     É fato que o advento das novas tecnologias de informação e comunicação, com sua enorme parafernália digital (correios eletrônicos, salas de bate-papo, chats, MSN, orkuts, twitters entre outros aparatos virtuais), embora necessárias à evolução do mundo contemporâneo, configuram-se como um dos principais fatores responsáveis pelo quase total abandono, desprezo e indiferença a que vem sendo submetidas muitas bibliotecas públicas brasileiras.

     Todavia, é possível interromper a cerimônia fúnebre em cujo caixão ainda jaz a biblioteca pública no Brasil. Dizemos isto porque entendemos que, a exemplo dos países desenvolvidos, as bibliotecas públicas devem ser vistas como as responsáveis, em grande parte, pelo desenvolvimento de hábitos de leitura em crianças, adolescentes e jovens; bem como pela valorização da cultura humana e formação de leitores crítico-reflexivos realmente comprometidos com o avanço da ciência e o progresso da Nação.

     Já a partir de 10 anos, vemos crianças já pré-adolescentes e quase 50% semi-alfabetizadas que não conseguem acompanhar a escola. Com muita liberdade e influência dos tais “amigos”, começam a ir mal na escola e deixam de frequentá-la. Preferem ficar com os tais “amigos” em shoppings, praças, etc. Nesta hora vem o convite para provar as novidades, sejam legais ou ilegais.

     Enquanto defensores da causa das bibliotecas públicas brasileiras, acreditamos ser proveitoso utilizar o espaço físico das mesmas de forma qualitativa e didático-pedagógica e não, como ainda ocorre em muitos casos, principalmente em nível de escolarização básica, como um lugar de “castigo” destinado a alunos ditos indisciplinados que tem como “punição” copiar, de forma meramente mecânica, longos trechos de obras “receitadas” por seus professores em sala de aula; ou ainda, como verdadeiros depósitos de livros e outros materiais impressos, danificados ou não pela ação do tempo e, o que é pior, por mãos humanas insensatas. Acrescente-se a isso os casos de professores que, por motivos de doenças sérias, idade avançada ou estresse pedagógico, são remanejados de suas funções laborais docentes para ficarem “encostados” (no sentido literal do termo) em bibliotecas públicas, visto que erroneamente esta se configura como o melhor lugar para o “repouso profissional”, até que chegue a tão almejada aposentadoria.

     Precisamos, pois, urgentemente recuperar o verdadeiro sentido da presença das bibliotecas públicas brasileiras no contexto da sociedade civil organizada: servir de espaço coletivo para a busca de informações e apropriação dos saberes historicamente acumulados. Mas, para tanto, faz-se necessário despertar-nos para a conscientização de sua importância, criando estratégias políticas e sócio-educativas que visem à utilização das bibliotecas públicas como locus de pesquisa, ensino e aprendizagem, isto é, uma espécie de laboratório onde seja possível (re)construir novos conhecimentos a partir dos já existentes.

     Diante do exposto, desejamos bradar, o mais alto possível, nosso manifesto crítico contra todo tipo de descaso, omissão e/ou negligência consentida em relação às bibliotecas públicas brasileiras e, por isso, conclamamos: basta de silêncio! Precisamos lutar fervorosamente em favor da revitalização, adequação, conservação e utilização das bibliotecas públicas como espaço educativo de apreensão do saber historicamente construído e patrimônio cultural da humanidade. Não podemos perder mais tempo. A hora é agora! Vamos começar por nós?

     Marcos Pereira dos Santos é mestre em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e professor Auxiliar da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Campus Ponta Grossa

JORNAL VIRTUAL - Ano 9 - Nº 223-15/07/2011 – HUMANA EDITORAL

FONTE: www.humanaeditorial.com.br



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 09h08
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Escrito por Entre trilhas e trilhos às 20h14
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Só de Sacanagem

Elisa Lucinda

Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar?

Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam

entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo

duramente para educar os meninos mais pobres que eu,

para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus

pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e

eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança

vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança

vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o

aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus

brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao

conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e

dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva

o lápis do coleguinha",

" Esse apontador não é seu, minha filhinha".

Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido

que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca

tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica

ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao

culpado interessará.

Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do

meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear:

mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem!

Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo

o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse

o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu

irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a

quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.

Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o

escambau.

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde

o primeiro homem que veio de Portugal".

Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.

Eu repito, ouviram? IMORTAL!

Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente

quiser, vai dá para mudar o final!



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 19h53
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Escrito por Entre trilhas e trilhos às 11h53
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COISAS DE CINEMA

O cinema é a arte da ilusão, já disse alguém. É tanta ilusão que eu fico a ver os filmes e imaginar como tudo dá certo nas telas. Nada sai errado. Querem ver?

O sujeito que está procurando o taxi, acha na hora. Basta esticar o braço. E o mais grave: a pessoa que vai seguir o primeiro taxi, também leva a mesma facilidade. É clássica a frase: siga aquele taxi! Coisa de cinema.

Só no cinema os casais acordam e se beijam e conversam de pertinho. Ninguém escova os dentes, já repararam? Personagem não tem mau hálito nunca.

E quando o ator lervanta da mesa no bar e deixa o dinheiro certinho, trocadinho e vai embora sem ao menos olhar para trás?

E as crianças que dormem no ato? Encostam a cabecinha no travesseiro e dormem. E os quartos delas que são super arrumadinhos? E as casas não têm empregada. Não sei quem arruma aquilo tudo.

E quando o casal desliga a luz no quarto para dormir? Já notaram como o luar é forte? Mais forte que o luar do nosso sertão. Tudo azul, uma beleza. E a janela está fechada, pode notar.

Telefone nunca dá ocupado. O sujeito disca e o outro atende no ato. O outro sempre está do outro lado. E o mais interessante é que eles não se despedem. Tocam o assunto e desligam na cara do outro.

A pessoa sai para fazer uma compra e sempre tem o que elas procuram. E por que será que em toda briga quebram pelo menos uma mesa? Redonda, geralmente.

Já viram cavalo beber água em cinema? Coitados. Xixi e cocô, nem pensar, nunca fazem. E ninguém tira os arreios deles. Colocar colocam, mas tirar, jamais.

Roupa molhada no corpo, na cena seguinte já está sequinha. E o melhor, passadinha.

Já viu isqueiro falhar em filme?

E a velocidade com que a comida pedida no restaurante chega à mesa? Sem falar nos drinques.

No cinema todo mundo fala inglês. Inclusive os índios e os extra-terrestres.

E as velas, gente, como iluminam! Uma simples velinha ilumina uma sala enorme.

Mas o melhor mesmo é a facilidade de se estacionar nas grandes cidades. E estacionam bem na porta de onde têm que ir. Isso em Nova Iorque e São Francisco!

Na hora de morrer, o moribundo sempre tem uma frase definitiva para dizer. Ou um segredo. Ou quem é o assassino. Depois tomba a cabeça para o lado esquerdo.

Outra coisa que me intriga é quem fecha o saloon. Porque saloon não tem porta de fechar, só aquelas de vai-e-vem. Será que o serviço é de vinte e quatro horas?

E como fazem amor rápido, pessoal Em menos de meio minuto os dois já estão mais do que satisfeitos e acendendo um cigarrinho. Todos têm orgasmos.

Dois músicos se encontram em algum lugar com dois instrumentos diferentes e começam a tocar. Ninguém afina, pois já vêm afinadíssimos.

E cada revolver de seis balas que dispara mais de quinhentas? Sem falar nas espingardas de um cano só.

A exemplo dos cavalos, ninguém vai ao banheiro no cinema. E olham que comem e bebem pra burro.

Na hora de se atravessar um rio, ele é sempre rasinho, mas quando o herói pula lá de cima do despenhadeiro é claro que o rio é fundo. Nunca vi ninguém morrer, pulando lá de cima.

E por que cargas d'água todo cinema brasileiro tem pulgas? Que devem, inclusive, falar inglês tão bem quanto nosso heróis de ficção.

o estado de s. paulo -  12/02/96

FONTES:  

TEXTO:  http://www.marioprataonline.com.bR

FIGURA:  http://eticaglobal.blogspot.com

 



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 11h50
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Se tudo o que há é mentira

 

Se tudo o que há é mentira

É mentira tudo o que há.

De nada nada se tira,

A nada nada se dá.

 

Se tanto faz que eu suponha

Uma coisa ou não com fé,

Suponho-a se ela é risonha,

Se não é, suponho que é.

 

Que o grande jeito da vida

É pôr a vida com jeito.

Fana a rosa não colhida

Como a rosa posta ao peito.

Mais vale é o mais valer,

Que o resto ortigas o cobrem

E só se cumpra o dever

Para que as palavras sobrem.

Poesias Inéditas -  Fernando Pessoa

FONTE: DOMÍNIO PÚBLICO - http://www.dominiopublico.gov.br



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 20h01
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O descante

 

Alta noite, na rua deserta,

Que se banha num almo luar,

Aos acentos de meigo cantar,

A menina do sotão desperta.

 

À janela, de manso entr’aberta,

Vem a bela o descante escutar...

Ai! mal sabe o idílico par

Que o terrível tutor’ stá alerta!

 

Requintando em agudos trementes,

Canta o bardo, ao tanger do violão:

“Trovador, o que tens? o que sentes?

 

Por que choras com tanta aflição?...”

Esi que se abrem da porta os batentes...

Foi-se a rima e roncou o bordão!

Lacerda Coutinho

POESIAS ESCOLHIDAS



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 08h31
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Inscrições para o Projeto Canto e Conto na Serra

Espaço para músicos e escritores de Santo André participarem do 11º Festival de Inverno de Paranapiacaba

Inscrições até 1º de julho na Coordenadoria de Música (Praça IV Centenário, s/nº, Santo André - prédio da Biblioteca, 3º andar, sala 9)

Fichas de inscrição disponíveis no endereço:

Mais informações: telefone (11) 4433-0711 ou pelo endereço eletrônico: musica@santoandre.sp.gov.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa - SECOM PSA



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 08h25
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   BULLYING

 

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.

Fonte texto: http://pt.wikipedia.org



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 07h59
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   INSTITUCIONAL

Procure instituições públicas, igrejas ou a Defesa Cívil em seu município!



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 07h50
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O Desaparecido

Rubem Braga


Tarde fria, e então eu me sinto um daqueles velhos poetas de antigamente que sentiam frio na alma quando a tarde estava fria, e então eu sinto uma saudade muito grande, uma saudade de noivo, e penso em ti devagar, bem devagar, com um bem-querer tão certo e limpo, tão fundo e bom que parece que estou te embalando dentro de mim.

Ah, que vontade de escrever bobagens bem meigas, bobagens para todo mundo me achar ridículo e talvez alguém pensar que na verdade estou aproveitando uma crônica muito antiga num dia sem assunto, uma crônica de rapaz; e, entretanto, eu hoje não me sinto rapaz, apenas um menino, com o amor teimoso de um menino, o amor burro e comprido de um menino lírico. Olho-me no espelho e percebo que estou envelhecendo rápida e definitivamente; com esses cabelos brancos parece que não vou morrer, apenas minha imagem vai-se apagando, vou ficando menos nítido, estou parecendo um desses clichês sempre feitos com fotografias antigas que os jornais publicam de um desaparecido que a família procura em vão.

Sim, eu sou um desaparecido cuja esmaecida, inútil foto se publica num canto de uma página interior de jornal, eu sou o irreconhecível, irrecuperável desaparecido que não aparecerá mais nunca, mas só tu sabes que em alguma distante esquina de uma não lembrada cidade estará de pé um homem perplexo, pensando em ti, pensando teimosamente, docemente em ti, meu amor.


Do livro "A Traição das Elegantes", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1969, pág. 112, extraímos o texto acima.

Fonte: PROJEITO RELEITURA - http://www.releituras.com



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 07h46
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   A ARTE DE PORTINARI...

 

Meninos Soltando Papagaios é de 1947. Pintado em tinta a óleo sobre madeira,

sua altura é de 60 centímetros e meio e sua largura é de 73 centímetros e meio.

Fonte: PROJETO PORTINARI: http://www.portinari.org.br



Escrito por Entre trilhas e trilhos às 09h05
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